Vale Europeu: Ser Pedalante nas tifas da Colônia Blumenau

Situado no Médio Vale do Itajaí, o Vale Europeu é uma região turística reconhecida pela rica história de colonização, tendo sido povoado principalmente por imigrantes alemães e italianos desde o século XIX. Originando-se da Colônia Blumenau, que foi o empreendimento pioneiro, diversos municípios surgiram e hoje formam o cenário pelo qual se estende o Circuito de Cicloturismo do Vale Europeu. Este circuito, o primeiro e o mais celebrado roteiro oficial de cicloturismo do Brasil, proporciona uma aventura única pelas pequenas cidades, pela sua cultura vibrante e por suas paisagens deslumbrantes.

Ao mergulhar na narrativa deste livro, o leitor será transportado para esse cenário pitoresco, acompanhando a jornada dos ciclistas que enfrentam desafios e deslumbram-se com as belezas naturais e construídas que encontram pelo caminho. A história da região é explorada, desde as origens das cidades até o legado deixado pela colonização, revelando como esses elementos se transformaram na identidade do Vale Europeu.

Embarque em uma jornada pelo coração de Santa Catarina e descubra uma região encantadora, onde as tradições europeias se entrelaçam com a beleza natural brasileira, formando um mosaico cultural e histórico único. Esta obra é uma homenagem à riqueza cultural, à beleza natural e ao espírito de aventura que define o Vale do Itajaí. Ideal para entusiastas de cicloturismo, amantes da história brasileira e todos que se encantam pela ideia de explorar o Brasil por uma perspectiva única e emocionante sobre duas rodas.

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Fotos

2 comentários sobre “Vale Europeu: Ser Pedalante nas tifas da Colônia Blumenau

  1. Eu li teu livro acompanhando o google maps e a sequência das fotos que fiz, mas não sei o que aconteceu, me faltaram as últimas. Cheguei só até o Morro de São Bernardo. Como não organizo minhas fotos direito desde uns 15 anos, tenho esperança que ainda as encontre em alguns dos vários dispositivos por onde estão guardados meus arquivos repetidos. Então fui no google maps rever Corupá. Sabe que eu acho que foi a pousada mais autêntica de descendente de alemães, entre as que ficamos? Olhei as imagens da página e me senti bem na atmosfera da Áustria (tem até uma placa de carro de Viena, lá). Quando vc não está mais no ambiente turístico, a onda é diferente. E quando você mora num lugar, acaba indo a lugares não turísticos, com amigos, ou mesmo se aventurando só. Não sei a primeira pousada onde vcs ficaram, mas todas as outras poderiam estar em qualquer lugar do Brasil. As mais “pitorescas” recordam muito a tradição, mas, no fundo, tem a decoração sofisticada de quem “refaz” aquele tempo, mas já com toda a informação que os proprietários têm de quem já vive(u) nos grandes centros. O turismo de massa padroniza tudo. Hoje, quando vamos a Pirenópolis, podemos ficar na pousada mais charmosa, mas não estamos no interior de Goiás, que acho que ainda vivíamos em 75, quando fui lá pela primeira vez. Depois, percorri as ruas até a saída de Guaramirirm, onde nos despedimos e me deu muita saudade do tempo em que vivi naquele outro lado do mundo, principalmente revendo a Eco pousada na tela. Curiosamente vejo que você fez uma viagem ao passado também, a partir do Posto Panorâmico. (Também tenho muita saudade do sul que vivi no passado, cortando de fusca com meu pai e a família. A gente parava naquelas cidades do caminho, para comer e dormir, Mafra, São Mateus, Curitiba, Caxias… Sei lá, foram tantas, até chegar em Rio Pardo). Enfim, foram duas ótimas viagens naquele vale, pedalando e folheando. Valeu!

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