A Revolução Google Maps

 

Como um software gratuito mudou o mundo do mountain bike

Oito de fevereiro de 2005. Neste dia iniciou-se uma revolução silenciosa no mundo do Mountain Bike (MTB). Silenciosa pois passou despercebida para a maioria dos ciclistas, mas seu potencial demonstrou-se poucos anos depois. Naquele dia, o Google disponibilizou ao público o Maps, sua ferramenta de mapas e imagens de satélite online.

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Sim, mas, e daí? cadê a revolução que eu não tô vendo?

Senta que lá vem história …

O MTB nasceu no final dos anos 1970, quando Tom Ritchey e Gary Fisher trocaram o asfalto por trilhas na Califórnia e começaram a desenvolver e comercializar as bicicletas de montanha. Em meados da década de 1980 o MTB chegou ao Brasil.

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O MTB é off-road. Estradas e trilhas, sem asfalto, são o lar dos MTBistas. Durante vários anos os praticantes de MTB tiveram que se contentar em percorrer caminhos já conhecidos. A figura do guia, ou puxador, era fundamental para que o pedal pudesse acontecer. Ele guiava o pelotão pelas trilhas, ditando o caminho a ser seguido. Conhecer o caminho previamente era um limitador do alcance dos percursos, que geralmente aconteciam nas áreas rurais próximas às cidades. As oportunidades para conhecer trilhas diferentes vinham de raros guias (livros) sobre regiões específicas, de competições em cidades vizinhas e de intercâmbios entre grupos de pedal, que marcavam eventos conjuntos e se visitavam de tempos em tempos.

Porém, aos poucos, o mundo então conhecido foi ficando pequeno para os inquietos e incansáveis ciclistas “fora de estrada”. A vontade de saber o que havia além do horizonte falava cada vez mais alto.

As fontes de informação eram pobres. Usou-se a oralidade, entrevistando pessoas mais experientes sobre lugares e caminhos. Existiam as cartas topográficas produzidas pelo Exército e pelo IBGE, que podiam ser compradas, cuja precisão dos dados não era das melhores. Geralmente, traziam apenas estradas consolidadas e passavam anos sem atualização. Apesar disso, as cartas eram a melhor informação disponível.

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Então, partiu-se para a exploração. De moto, carro ou com a própria bike, os ciclistas saíram em busca de novos caminhos. Logo de início, este processo mostrou-se cansativo e pouco eficaz. Imagine chegar numa porteira fechada com moto ou carro, ou chegar a um fundo de vale sem ponte com rio profundo. Novas trilhas nasceram assim, mas o resultado sempre foi limitado. Muitas vezes rodava-se centenas de quilômetros à toa.

Então, em 2005, o Google Maps e seu irmão mais velho, o Google Earth, abriram um mundo de oportunidades pelas telas dos computadores. Imagens de satélite detalhadas do mundo todo ficaram disponíveis para qualquer usuário, em qualquer lugar. Os ciclistas encontraram ali a ponte para o futuro. O número de trilhas explodiu! Muitas delas sobrepostas, emendadas, rebatizadas.

Foi uma revolução. Nada mais ficaria escondido atrás das porteiras fechadas. Mergulhamos nas estradas, trilhas, cachoeiras, rios, travessias, florestas, desertos. Nada escapou aos olhares atentos dos curiosos MTBistas.

A revolução continuou gradualmente. Imagens de satélite de alguns locais que no início tinham uma resolução muito ruim e inviabilizavam um mapeamento seguro, aos poucos foram sendo melhoradas pelo Google. Surgiram novos provedores de imagens, como o Microsoft Bing, e novos aplicativos (Bing, GPSies, Wikiloc, etc). A última contribuição do mundo tecnológico chegou com os smartphones, que trouxeram aplicativos de rastreamento, permindo gravar os caminhos percorridos (Strava, Endomondo, Sports Tracker).

Como se mapeia?

O processo é simples. Depois de abrir a ferramenta escolhida, basta localizar o local desejado e sair criando linhas (tracks) e pontos de passagem (waypoints). Depois de tudo pronto é só transferir as informações para um GPS ou smartphone. Pronto, nasceu outra trilha.

O ponto de vista do lado de dentro da cerca

Como toda revolução, esta também gerou inconformados. Os proprietários rurais foram os mais atingidos. De repente, sitiantes e fazendeiros começaram a encontrar dentro de suas terras grupos de bikers. Homens, mulheres e adolescentes, com roupas coloridas e bicicletas que podem transpor qualquer terreno. Os segredos de suas terras, antes protegidos pelas cercas e falta de estradas passaram a ser visitados. O caminho antes só percorrido pelo gado, passou a ser cobiçado pelos amantes dos singletracks. Morros em que os cavalos se cansavam ao subir passaram a ser escalados alegremente pelos invasores.

Conversando com alguns proprietários rurais, tive visões distintas do mesmo assunto. Um fazendeiro do município de Buritis/MG, me disse que o trânsito de ciclistas por suas terras não lhe incomoda, pelo contrário, gosta de “ver o movimento”. Um outro fazendeiro do Distrito Federal, proíbe a entrada de qualquer pessoa em suas terras e relata estar enfrentando problemas pois os ciclistas não respeitam porteiras fechadas e cercas. Neste caso, ele não possui escritura de suas terras e receia perdê-las devido à exposição.

Os problemas

É claro que há outros motivos. O problema mais comum relatado pelos proprietários nos arredores de Brasília estão relacionados com a criação de gado. Alguns ciclistas cortam cercas para forçar passagem, ou ainda, deixam porteiras e colchetes abertos, permitindo a fuga do gado. Ciclistas sem consciência ambiental deixam lixo nas pastagens (garrafas, saches de gel, papel, etc), que acabam sendo engolidos pelos animais e causam engasgamento.

Já os agricultores têm no pisoteio de suas lavouras o maior problema. É impossível pedalar por uma lavoura sem quebrar as plantas e dependendo do tamanho do trecho percorrido o prejuízo pode ser grande. Uma fileira de soja com cem metros de comprimento produz aproximadamente ¼ de saca. Assim, um quilômetro percorrido numa lavoura tem o potencial de destruir 2,5 sacas, que aos preços de hoje (R$65 por saca) causariam ao produtor um prejuízo de R$162,50. E essa estimativa se baseia na suposição de que todos os ciclistas do grupo passem pelo mesmo lugar.

A erosão é um problema que também preocupa. A passagem constante de ciclistas acaba suprimindo a vegetação e criando singletracks, semelhantes aos caminhos de vaca que cortam as pastagens. O solo exposto fica sujeito às intempéries da natureza e acaba cedendo. Numa das mais frequentadas trilhas do DF, a Tapajós, o trânsito frequente acabou erodindo o terreno que era coberto por capim nativo.

As soluções

Mas pra todo problema há uma solução. A maioria exige conscientização do ciclista. Pela quantidade de mountain bikers que circulam hoje pelo DF a quantidade de lixo encontrada nas trilhas é pequena, mas existe. Alguns ciclistas, como eu, chegam a recolher lixo quando encontram. E assim, divulgando nas redes sociais e no boca-a-boca, tentamos reduzir os incidentes.

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Projeto do mini-mata-burro (fonte: rebasdocerrado.com.br).

Uma das mais belas iniciativas que tenho conhecimento foi o mata-burro desenvolvido pelo engenheiro e ciclista Arquimedes Santos. Arquimedes mora em uma chácara no Setor Habitacional Tororó (SHT), e passa constantemente pela porteira de uma propriedade que, devido ao trânsito constante de ciclistas, às vezes acabava ficando aberta, permitindo a fuga dos animais. Foi aí que Arquimedes teve a ideia de fazer pequenos mata-burros para facilitar a passagem e evitar a fuga do gado. Arquimedes desenvolveu o projeto e custeou a implantação de dois mata-burros. Esta iniciativa, além de facilitar o trânsito dos ciclistas, beneficiou os motociclistas que passam pelo local, evitou conflitos com os proprietários de terra e mudou nossa imagem junto aos sitiantes do local. Posteriormente, uma ação entre amigos promovida pelo grupo Rebas do Cerrado arrecadou dinheiro para a implantação dos mini-mata-burros em outras áreas.

O mini-mata-burro é uma das soluções para evitar que cercas sejam quebradas pelos ciclistas. Soluções mais baratas são a construção de quebra-corpos e passadores, técnicas antigas mas que resolvem o problema.

Grilagem de Terras

Um benefício de ter ciclistas passando pela propriedade é a fiscalização. Locais muito explorados pelos ciclistas como o Lago Norte e SHT são alvos frequentes de invasões e tentativas de grilagem de terras.

Em 2011, o ciclista Gustavo e alguns amigos pedalavam no Lago Norte, na Trilha do Abraão, quando se depararam com uma construção recente e uma grande cerca que bloqueava a trilha. Ao chegarem à residência, foram recebidos por dois enormes cães, amarrados a correntes que lhes permitiam circular pela área. Ouvindo o barulho dos cães, um homem saiu do casebre e, indagado pelo ciclistas, respondeu que eles “ainda poderiam passar”. Gustavo conversou com outros ciclistas e uma denúncia foi feita aos órgão competentes. O local é uma área de preservação e a tentativa de grilagem foi cessada.

Já nas proximidades do SHT o problema da grilagem está descontrolado. Região com muitas trilhas, as denúncias dos ciclistas não surtiram efeito. Novas cercas surgem todo dia. Parcelamentos irregulares crescem assustadoramente. O processo acelerou em 2013, quando o GDF anunciou que na área, que fica entre os Jardins Mangueiral e Santa Maria, seria construída uma nova cidade que abrigaria um milhão de habitantes.

Quem são eles? Apresentando alguns mapeadores de trilhas


12516301_10208461957164707_2128697294_n (2)Sílvio Sá, membro do Pedáguas e do Mountain Bike Brasília. “Não estou bem certo, a memória falha, mas tem muito tempo que mexo com mapeamento de trilha. Acredito que desde 2004. Comecei a pedalar com o Mountain Bike Brasília em 2002 e lá tinha um amigo que sempre trabalhou com GPS sendo inclusive o organizador do projeto Tracksource. Um pouco depois de começar a pedalar com eles comprei meu primeiro GPS e comecei a fazer mapeamento dos caminhos por onde andava. Hoje em dia o jeito mais fácil de mapear é usando o Google Earth para planejar e depois ir a campo validar o trajeto, principalmente para verificar se há realmente passagens e ver como é a altimetria no local. Já cheguei em locais onde a passagem não era possível e tive que fazer desvios. Em outros tempos já usei imagens de satélite e tentei usar programas de sensoriamento remoto. Para o planejamento das trilhas utilizo o Google Earth e o Trackmaker, que também utilizo para o armazenamento das trilhas realizadas. Não faço ideia de quantas trilhas criei. Já fiz muitas variações de trilhas estabelecidas e nomeadas por outros, principalmente na região da famosa Mar de Pinheiros. Já criei um roteiro de cicloviagem de Vianópolis até Araguari e outro de Brasília a Goiás Velho. O que me motiva a fazer mapeamentos é a curiosidade de conhecer outros lugares, caminhos diferentes. Atualmente o grupo que mais frequento é o Pedáguas, e faço parte do Mountain Bike Brasília desde 2002.”


Foto (2)

Fábio “Bauru” Malaguti, colaborador do grupo Rebas do Cerrado e integrante do grupo Kchaças MTB. “Comecei a mapear trilhas em 2006. Uso o Google Earth para identificar caminhos possíveis e depois vou ao local conferir a viabilidade. A atual disponibilidade de trajetos na internet (Wikiloc, Strava, etc) também ajuda a identificar pontos de ligação entre um percurso e outro. Antes disso era na raça, ir entrando em cada canto pra ver o que virava. Nem sempre o que se vê nas imagens de satélite permite realizar o pedal ou identificar um bom trajeto. Detalhes como valas, cercas, porteiras e colchetes não são claramente visíveis, assim como trechos com florestas e pastagens podem esconder os melhores singletracks das imagens. Já tive problemas em alguns locais, inclusive fugindo de cães e ameaça de tiro! Normalmente, uma conversa educada e amistosa com o proprietário/morador é suficiente para obter a permissão e boa parte deles aceita. Casos de recusa normalmente são motivadas por experiências ruins com outros “visitantes” (inclusive ciclistas) e situações de roubo. Daí vale o alerta, sempre respeitar e cuidar do local pra evitar danos e situações de impedimento à passagem. Contando variações e trajetos novos, já criei mais de uma centena de trilhas. No Rebas do Cerrado, colaborei no mapeamento das trilhas: Canelada, Cinema, Canabrava, Bomtempo, Burle Marx, Caliandras, Central-Flona, Tatu-Flona, Vale da Coruja, Pamonhas, Antenas, Buritis, Ermida, Curva do Rio, Planaltina Histórica, Cagaita, Mogi, Barrão-Flona, Morro de Pinheiros, Salto, Tapajós, Cajuzinho, Forquilha Quebrada, Rio Verde e Sete Curvas. Tem vários fatores que me motivam a mapear. Descobrir novos e bons lugares para a prática de mountain bike; incentivar as pessoas para a prática do esporte; criar opções para que ciclistas de diversos níveis possam pedalar; levar as pessoas a um maior contato com a natureza e o ambiente que as rodeiam, e, assim, quem sabe, levá-las a ter maior respeito com a natureza e consciência para sua preservação; promover algum desenvolvimento turístico; juntar os amigos no fim da trilha e tomar uma boa cerveja gelada.”


IMG_0019 (2)Rogério Prestes, principal puxador de trilhas do Pedáguas. “Mapeio trilhas desde 2010. Fazia tudo de cabeça. Quando conheci o Pedáguas, em 2011, e comprei um GPS, ficou mais fácil. Uso o Google Maps e o GPSIes para mapear e o Strava para registrar os pedais. Geralmente, não faço reconhecimento do local. Mapeio e arrisco que dará tudo certo. Já fui impedido de passar em dois locais: na trilha Café sem Troco e na Toquinhos. Nas duas respeitei a solicitação de não entrar na propriedade e procurei outro caminho. Devo ter criado cerca de 15 trilhas inéditas, mas variações de percursos existentes foram vários. Gosto de mapear novas trilhas para fugir do habitual e conhecer lugares ainda não explorados.”



evandroEvandro Torezan é o autor do blog “Ser Pedalante” e um dos fundadores do Pedáguas (
www.pedaguas.com) de Águas Claras/DF. “Comecei a mapear trilhas em 2008, quando comprei meu primeiro GPS. No início eu criava as trilhas usando o Google Maps mas aos poucos mudei para aplicativos mais completos como o GPSies e o Wikiloc. Para mapear, geralmente escolho um local que desejo conhecer, ou saio explorando o GMaps, então vou desvendando os caminhos da região. Quando vejo uma mancha branca num rio já imagino ser uma cachoeira e já começo a traçar a trilha. Fico curioso para saber como é o caminho e ver as paisagens que cercam a estrada. Às vezes tento fazer um reconhecimento antes, com dois ou três amigos, mas geralmente marco logo uma trilha oficial do grupo e levo a turma toda. Isso já me trouxe problemas, como quando fomos abordados por funcionários de uma fazenda que não queriam nos deixar passar. No final, depois de um pouco de conversa, nos deixaram seguir. Já devo ter criado em torno de 20 trilhas, e algumas delas ainda não consegui percorrer.”



11952054_10153587616529161_4539487117993484049_n (2)Wilmar Castro é o presidente do grupo Tombos do Cerrado, de Vicente Pires/DF, e membro do Pedáguas.
“A minha primeira experiência de mapeamento de trilhas foi no início de 2013. Fui participar de uma trilha com um amigo e ele ficava perdido toda hora. Parávamos muito para olhar uma planilha de navegação impressa e conferir com o ciclocomputador. Acabamos abrindo um aplicativo do celular (Google Maps) e conseguimos finalizar a trilha. Naquele dia eu decidi que só voltaria a pedalar em trilhas que eu conhecesse ou que tivesse o tracklog já mapeado, para não ficar perdido. A sensação de ficar passando pelo mesmo lugar várias vezes e não chegar a lugar algum é algo que não me deixa confortável. A partir da decisão de começar a usar tracklogs para me orientar na condução pelas trilhas baixei no meu celular um app chamado Runtastic e comecei a usar o site Garmin Connect para visualizar mapas e marcar por onde desejava passar. Depois comecei a usar também o GPSies. Desde 2015 também inclui os softwares Strava e WikiLoc. Todos os aplicativos citados permitem a disponibilização de percursos públicos ou mantê-los privados. Faço meus mapeamentos de três formas: 1ª) uso o GPS (celular ou Garmin) para registrar o caminho que estou fazendo e vou no erro/acerto, depois, a partir do percurso gerado, vejo os erros, corrijo-os em algum aplicativo e gero o tracklog; 2ª) acesso um dos aplicativos citados acima e crio um percurso, imagino um ponto de início, e vou ampliando a visão do mapa para ver por onde conseguiríamos passar; 3ª) se fico interessado em algum percurso realizado por outras pessoas, me baseio nele e gero um tracklog com variações. Como citado acima, gosto de fazer o reconhecimento da trilha antes de chamar muita gente para fazê-la, visto que, algumas vezes, no mapa não dá para perceber se tem alguma porteira ou cerca em propriedade privada, ou até mesmo algum rio ou precipício que inviabilize a passagem naquele local. A responsabilidade de quem mapeia um trajeto é muito grande, visto que você trata da integridade física de outros ciclistas. No reconhecimento de uma das trilhas que eu fiz (Giro Eclético), inclui um trecho que passou na frente da sede de uma fazenda e o proprietário disse que não queria nos ver passando por lá. Consegui mudar o percurso e fazer a alteração atendendo ao que o fazendeiro pediu. Pelo fato de passarmos muitas vezes em áreas privadas temos que respeitar a decisão dos donos. Não podemos sair desbravando o cerrado e desconsiderar isso. Contabilizando as trilhas oficializadas no calendário do Pedáguas eu já organizei quatro eventos, sendo duas trilhas (Giro Eclético e Botinha Eclética) e duas cicloviagens (PiriPorra 2014 e PiriPorra 2015). Nos aplicativos mencionados acima eu tenho mais de quarenta trilhas. A descoberta de novos lugares é o que me fascina. Levar outras pessoas a lugares até então inéditos é muito bom. Acessar lugares com pouco ou nenhum acesso de carro (acessível apenas a pé ou de bicicleta) torna o mapeamento virtual um instrumento que facilita bastante.”


Enfim, mapear trilhas é uma atividade prazerosa, que pode lhe levar a lugares incríveis. Tente você também. Mas vá preparado para enfrentar obstáculos. Nada que os ciclistas não possam superar.

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5 comentários sobre “A Revolução Google Maps

  1. Muito bom o artigo Evandro!
    Parabéns à todos os mapeadores, citados aqui ou não, que contribuem pra melhorar esse esporte que tanto gostamos!

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  2. E pensar que já percorri, graças a todos vocês, grande parte dessas trilhas! Seja por terem criado as trilhas, seja por terem me apresentado a elas. ..E melhor não me meter a mapear trilhas, deixarei isso para vocês que são expert no assunto. Obrigada rapazes!
    E Evandro, ficou fantástica a sua história.

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  3. Estão todos de parabens! Já tive o privilégio de pedalar em trilhas puxadas/organizaras por todos eles e são realmente profissionais no que fazem. Que nos tragam mais trilhas! Abs!!

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  4. Artigo muito bom Evandro! Parabéns à você e à todos que coloboraram com o artigo e com o mapeamento das trilhas que percorremos hoje!
    Bora percorrer essas trilhas inéditas!!!
    Abraço!

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