Poço Azul e Cachoeira do Indaiá – Formosa/GO

por Evandro Torezan

Cachoeira do Indaiá

Brasília, 1 de setembro de 2012

Depois de meses de preparação, chegou a hora do Pedáguas ir para Formosa. Tudo começou com o convite da pedaguense Eldenice e de seu irmão, Kinzinho, ambos naturais de Formosa. Eldenice e sua família trabalharam muito para organizar esse evento. Os pedaguenses de Brasília ficaram apenas na retaguarda, fazendo artes e decidindo detalhes.

Formosa foi criada na segunda metade do século XVII, com o desdobramento do município de Luziânia, nessa época também Arraial. Arraial de Couros foi seu primeiro nome. Sabe-se que as primeiras casas foram erguidas por negros, fugindo da febre amarela que estaria dizimando os moradores de um outro Arraial, o de Santo Antônio do Itiquira, na barra do Rio Itiquira com o Rio Paranã. Não há consenso entre pesquisadores e a tradição sobre a origem do nome Couros. Alguns apontam que os moradores vendiam peles de animais selvagens, outros diziam que vendiam couro de vaca, alguns comentam que as casas eram cobertas com couros, e outros dizem que eram os comerciantes/tropeiros que acampavam no Registro da Lagoa Feia e dormiam em barracas de couro. Somente em 1º de agosto de 1843 é que o arraial foi elevado à categoria de vila e, pela primeira vez, apareceu o nome Formosa: Vila Formosa da Imperatriz.

Apesar da propaganda, não houve uma adesão maciça dos integrantes do grupo. No final, cerca de 20 pessoas (ciclistas e família inclusos) toparam a aventura.

Às 5h da matina eu já estava acordado, providenciando os detalhes finais de nossa viagem a Formosa. Tomei café e desci para a garagem. Subi com o carro até o térreo. Depois, voltei pro segundo subsolo, fui ao bicicletário, subi com minha bike e coloquei-a no rack. Voltei pro apartamento e trouxe as malas. Por volta de 6h30 saí de casa com a família, passei no posto de gasolina, enchi o tanque do carro e segui para o posto policial da quadra 103 de Águas Claras.

Eu fui o primeiro a chegar. Marcelo Travassos precisou de carona para bike, que foi no meu carro, e chegamos mais cedo para embarcá-la. Às 7h30 da manhã, Isa chegou. Trinta minutos atrasada, quase fica. Tiramos algumas fotos e partimos. Junto conosco estavam: Gilson, Carlos Duarte, Tati, Ivson, Delaine, Marcelo Travassos, Sid, Júlia e Eldenice.

Gilson, Evandro (eu), Carlos Duarte, Tati, Ivson, Delaine, Marcelo Travassos, Sid, Júlia e Eldenice

Formosa não fica muito longe de Brasília. De Águas Claras até lá são cerca de noventa quilômetros. Pouco depois de Planaltina, ouvi um barulho de algo caindo sobre o carro. Pensei que as bikes tinha se soltado do suporte e parei para ver. Era um dos parafusos de uma calha desocupada que havia se soltado e caído. Nesse momento, a Isa avisou-nos que estava sem combustível. O jeito foi seguir um pouco além da estrada onde entraríamos para achar um posto de combustíveis.

Com o tanque da Isa cheio, voltamos para a estrada. Saímos da BR-020 e pegamos a DF-405 até sair do DF, onde ela transformou-se na GO-116. Mais alguns quilômetros e pegamos uma estrada asfaltada à direita, depois uma estrada de chão de cerca de 10 kms até chegarmos na Fazenda Citates, nosso primeiro destino. Paramos na entrada da fazenda, pagamos a entrada (R$15,00) e seguimos até o estacionamento. Iríamos fazer uma trilha por lá. Enquanto nos preparávamos, a turma de Formosa foi chegando: Kinzinho (Tio Kin), Regininha, Júnior, Baiano, Guiomar e Augusto. Fizemos uma oração, Kinzinho agradeceu nossa presença e nós agradecemos a recepção.

Começamos a trilha.

Fomos logo para a parte mais legal, em área de mata fechada, com várias pontes e plataformas de madeira. Ali foi realizada, meses antes, a Copa Formosa de MTB. Uma das curvas, se feita em alta velocidade, levaria o ciclista a um inevitável mergulho no rio, a contragosto. A curta trilha na mata terminou ao lado de uma porteira, após a qual havia uma ponte e uma dezena de vacas nos olhando curiosas. Quando a galera chegou, pulamos a porteira, cruzamos a ponte e fomos para a parte sofrida da trilha, em meio ao cerrado.

Subimos curta ladeira e entramos em pastagem. Passamos por uma represa de águas verdes sujas, quase vazia devido à seca, e chegamos numa área de cerrado cheia de singles em terreno arenoso com muitas pedras. Pedalar nestes singles foi um pouco difícil devido à areia, mas o pior estava para chegar. Uma placa de caveira, presa numa árvore, indicava o perigo à frente.

Eram descidas realmente perigosas, com escadarias de pedras irregulares difíceis de serem vencidas. Depois das escadarias, mais areia nos singles rumo ao alto do morro, até chegarmos a uma estrada de terra, que nos levou de volta à ponte, na parte baixa da trilha. Nessa estrada encontramos uma vaca que havia acabado de morrer e ainda agonizava.

Pulamos a porteira e subimos a estrada para voltar ao início da trilha. Pronto. Já acabou. Agrupamos embaixo de grandes árvores para esperar a turma chegar.

Enquanto isso, tivemos tempo de dar várias voltas na trilha da mata, saltando as plataformas e tentando fazer no menor tempo possível. Eu dei três voltas.

Agora era hora de conhecer a cachoeira. Quem não fez a trilha estava lá, brincando na água. Eles estavam ainda na parte alta do rio, de onde tínhamos uma vista muito bonita, e onde há alguns poços e pequenas cachoeiras.

Quando chegamos, eles seguiram-nos e descemos até a Cachoeira do Indaiá, que fica rio abaixo.

Trilha fácil de seguir vai descendo o vale, acompanhando o rio. Cerca de dois quilômetros pelo cerrado. No final, já próximo à cachoeira, trilha íngreme e escorregadia pela mata de galeria do rio nos guiou até a queda. É uma bela cachoeira de 30 m de altura. O salto recebeu o nome Indaiá devido à ocorrência da palmeira indaiá em toda a área, dando nome também à água mineral engarrafada na fazenda. Na base do salto formou-se um lago, ótimo para banho, profundo na queda e raso nas margens. Quando cheguei, alguns amigos já estavam nadando. Pulei dentro d’água atrás deles. Fomos nadando até as águas revoltas nas proximidades da queda. Escalamos as pedras na lateral e saltamos de lá, a cerca de quatro metros de altura.

Depois das diversões aquáticas, nos reunimos nas pedras próximas à trilha de chegada para “farofar”. Eldenice sacou uma vasilha com quibe de forno e distribuiu para todos. Nossa fome foi amenizada e pudemos fazer a trilha de volta sem problemas. Pegamos as bikes e levamo-nas aos carros. Nesse trajeto aconteceu uma situação engraçada: a Tatiane, esposa do Sid, foi “atacada” por uma folha de árvore. A folha caiu sobre ela, que levou um grande susto e gritou amedrontada. Foi o sinistro caso da “folha assassina”!

Com as bikes nos carros, pegamos o caminho para o Restaurante Dom Fernando, que fica na Estrada do Itiquira. O restaurante é muito agradável. Paga-se por pessoa pela comida típica goiana. A galera entrou na pinga, estocada num pequeno barril e distribuída à vontade aos clientes. 

Ficamos por lá várias horas. Almoçamos, comemos doces caseiros como sobremesa e aos poucos a galera foi procurando as redes para dormir. Por volta das 17h, partimos. O comboio seguiu de volta a Formosa. Na estrada da cidade tomamos um susto. Uma menina corria de alguns rapazes e alguns deles tentavam agredi-la, outros a seguravam. Felizmente, a polícia já tinha sido chamada e chegou junto conosco.

Seguimos, cruzamos a cidade e pegamos a estrada para o Hotel Fazenda Araras. Foi lá que pernoitamos. Teve comida boa no fogão à lenha, piscina aquecida e muita conversa fiada.

Poço Azul

Formosa, 2 de novembro de 2012

O segundo dia de nossa excursão por Formosa prometia fortes emoções. As fotos do lugar deixaram todos animados. O sol, o calor e a baixa umidade faziam-nos prever um percurso duríssimo a ser percorrido.

O café da manhã saiu um pouco tarde no hotel fazenda Araras. Já eram 9h da manhã quando partimos para o ponto zero da trilha, o povoado Bezerra, na BR-020, a 25 km de Formosa.

Nossos carros lotaram as ruas do povoado. Às 10h partimos. O nosso destino era muito bonito, mas a estrada até lá não nos inspirava muito. Saímos do Bezerra e fomos descendo. O chão estava coberto de talco, uma poeira muito fina, muito comum no Planalto Central, que se dissipa facilmente, sujando o ar, além de encobrir pedras e buracos.

Quando chegamos na primeira ladeira, o Marcelo Travassos desequilibrou-se num monte de pedras escondido e caiu dentro do talco. Ele desapareceu! Só o achamos pois levantou-se. Ele estava bege devido ao talco que grudou nele.

O ipês amarelos decoravam a paisagem por onde passávamos. 

Já com quase trinta quilômetros de pedal pegamos uma estrada à esquerda. Entramos numa mata ciliar e um pouco de umidade amenizou o calor. Pulamos uma cerca e fomos seguindo por singles na mata. De repente aquela visão surreal apareceu: o azul brilhante inconfundível do Poço Azul. 

O Poço Azul é uma nascente de água vigorosa, que surge das profundezas da terra a uma temperatura agradável. Sua química calcárea deixa a água azul transparente. O lago formado possui uma extensão aproximada de quinze por dez metros e uma profundidade de cerca de sete metros.

Nossos familiares, que foram de carro até o local, já estavam curtindo a água. Várias pessoas visitavam o local, “farofando” em todos os cantos, com muita cerveja. E é lógico, onde há muitos farofeiros também tem lixo. Não havia muito, mas havia.

Uma enorme árvore tombou sobre o poço e, submersa há cerca de 40 cm da superfície, formou uma plataforma para os banhistas.

Banhar-se nas águas límpidas do poço e de temperatura agradável era apenas uma das atrações que nos aguardava. A organização providenciou um almoço sob medida no local, “quentinhas” com lasanhas de carne ou frango, preparadas pela Delícias Caseiras de Formosa, e um panelão de arroz branco feito com muito capricho pela Vó Joanilda, acompanhados de refrigerantes e sucos gelados.

Depois de curtirmos ao máximo a beleza do local, era a hora da volta. Nossa caminhonete de apoio, cedida gentilmente pelo Júnior, estava recheada de cocos verdes, água mineral à vontade, frutas e muito gelo, cortesia surpresa de nossos anfitriões, que foram fundamentais na preparação para o pedal de volta. Por volta das 15h, voltamos ao pedal. Pela estrada, tivemos surpresas como uma cobra que atravessou a pista quando passamos e o pôr do sol iluminando os ipês amarelos à beira do caminho, que lhes deixavam ainda mais bonitos.

Cascavel atravessando a estrada

Com o forte calor, a quantidade de subidas e a baixa umidade do ar, nem todos conseguiram completar o percurso e terminaram resgatados pela caminhonete do Júnior. Eu fui um dos primeiros a chegar no Bezerra, o ponto final da trilha, e cheguei após o pôr do sol, com pouca luz. Os demais chegaram já no começo da noite, todos felizes, cobertos de aplausos e muita poeira. Total do percurso: 70 km.

Para fechar a programação com chave de ouro, tivemos outra surpresa: uma rodada de pizzas, cervejas e refrigerantes na praça central de Formosa oferecida pelo Gilson Magalhães, ao ar livre e sob o luar, curtindo o movimento de domingo da cidade.

Como foi bom passar um final de semana pedalando ao lado de gente tão boa, acompanhados por nossas famílias. Longa vida ao Pedáguas!

Vejam, pelos depoimentos seguintes, o que a turma achou dessa viagem (começando com o meu):

“Galera, nossa viagem pra Formosa foi muito boa. Tudo muito bem organizado pela Eldenice e cia. Quero agradecer muito por tudo que fizeram por nós, para nos proporcionar um final de semana fantástico. Surpresas não faltaram, com cobra na trilha, folhas assassinas, cachoeiras lindas e um poço azul mágico, além de muitas risadas com as piadas do Gilson (ele foi até convidado a ser candidato a vereador). Cidade abençoada essa de vocês. Gostei muito. O Travessos gostou tanto que foi logo comprando um terreno. Regina, Júnior, Kinzinho, Eldenice, Gilson, Bianca, Guiomar, Baiano, Abel, MUITO OBRIGADO. Lu, Júlia, obrigado pelo apoio. Carlão, artista, valeu! Um abraço e até a próxima.” (Evandro Torezan)

“Pessoal, faço das palavras do nosso amigo Evandro as minhas. Parabéns aos organizadores e até a próxima.” (Alexandre Vilela)

“ELDENICE e toda a sua família maravilhosa de Formosa, agradecemos de coração a organização desse nosso encontro. Há muito tempo eu não tinha um final de semana tão diferente e tão bom. Tio Kim, o pessoal do apoio que me fizeram chegar até o final e chegaram comigo, Eldenice e Gilson, Bianca, Júlia e Lu, Guió, e todos os demais MUITO OBRIGADA. Estava tudo perfeito. Só tenho comentários bons e fotos pra relembrar. Estão TODOS de parabéns. E ao Pedáguas que foi junto e participou dessa ida à Formosa, obrigada pela companhia e pela alegria!!!! Até a próxima galera, se DEUS quiser…” (Delaine e Ivson)

“Perfeito! Parabéns e obrigado Eldenice Rocha, Gilson Magalhaes, Joaquim Basilio, Jr., Regina e todos que nos receberam tão bem em Formosa. Grande abraço e valeu Pedáguas!” (Sidcley Reis)

“(…) meu agradecimento a todos os amigos do pedáguas que foram nessa nossa aventura pelas estradas empoeiradas do meu Goiás: Evandro, Leidiane, Gabriel, Carlos Duarte, Ivson, Delaine, Sid, Tatiane, Alexandre Vilela, Isa, Luciana, Julia e Marcelo. Foi simplesmente maravilhoso ter a companhia de pessoas tão especiais, amigas e companheiras. E a toda minha família e amigos, que receberam nosso Pedáguas como verdadeiros anfitriões: Gilson (meu bem rsrs!), Bianca, Gustavo, Lucas, Tio Kim, Guiomar, Augusto, Jr. e Regina, Abel, meu muito obrigada mesmo! Quero agradecer em especial aos meus sobrinhos, Jr. e Regina, que não mediram esforços para que tudo fosse o sucesso que foi. Desde escolher as trilhas, o restaurante, o hotel fazenda, cardápio do almoço etc. Abdicaram do tempo deles em nossas tantas reuniões e mesmo doente, a Regina estava lá, se esforçando para nos acompanhar no pedal. Garota você é incrível, não me esquecerei disso jamais! Vocês dois são maravilhosos! Meu bem, não preciso nem falar o quanto você foi importante no passeio inteiro. Seu companheirismo e dedicação, atenção com todos. Você deixou de ir na sua prova de cavalos, que pra você é tão importante, para nos acompanhar nessa aventura. Muito, muito obrigada! Carlos Duarte e Evandro, a contribuição de vocês aqui durante toda a organização também foi fundamental para que tudo desse certo. Valeu demais! Enfim, foi tudo preparado com muito carinho, mas, como tudo na vida, sempre existem falhas. Me perdoem se algo não saiu como esperado. Quero só deixar registrado, pra mim valeu a pena cada minuto de tempo despendido nessa organização e durante o final de semana inteiro. Estou simplesmente sem palavras! Enfim, temos muitas histórias pra contar, muitas fotos pra mostrar. Um beijo grande a todos que foram e para os que não puderam ir, outras aventuras virão! Isso é certo.” (Eldenice “Deny” Rocha)

“Foi perfeito Miguxinha!!! Parabéns a todos os envolvidos nesse passeio Marávi!!!” (Lu Pinheiro)

“Alô meu povo!!! Caros amigos, como poderia descrever nosso final de semana maravilhoso, fazendo tudo de novo? Com certeza faria com o maior prazer, prazer de estar junto a pessoas companheiras, dar muitas gargalhadas, fazer muito barulho – que o diga o cantor lá do Dom Fernando, quando nossa mesa ficou completa, o barulho era inevitável, aquela pinga boa animou mais ainda a turma, mais parecia uma garotada de colégio se encontrado depois das férias, cada um querendo contar sua história, e ao mesmo tempo curiosos pelo que vinha pela frente, então era sorrir, comer e beber… ‘-Garçom, por favor + outra.’ HFA… Por que HFA??? Eu e meu amigo Ivson, ficamos a perguntar, porque estas siglas nas portas dos chalés, será que tem alguma coisa com o hospital? Depois fomos descobrir: se tratava do Hotel Fazenda Araras! kkkkk! A Deny acabou comigo, tudo era festa, lugar aconchegante, comida boa, Tio Kinzin estava com pouco apetite, amanheceu no curral, foi tomar seu leitim tirado na hora, cortou uma garrafa pet e fez seu copinho, ai cada um tomou um pouquinho, deixamos o HFA rumo ao poço azul.  Ao contrário da trilha do Indaiá, trilha difícil e técnica, onde levei minha bike pra passear, carreguei ela nas costas, na subida e na descida e quando era plano o trem não andava era só areia. Pro Poço Azul era diferente, só estradão, sol e poeira, teve amigo que comprou terreno, deve querer criar gado por lá! rsrs! Após os desejados 35km, deixando a estrada entrando um pouco na mata, a arquiteta do universo – mãe natureza – projetou um pequeno Oásis, o Poço Azul, uma verdadeira maravilha, foi ali onde os empoeirados, suados e cansados pedalantes se refrescaram, ainda teve a mágica dos organizadores deste pequeno grande evento, (parabéns!) nos serviram uma deliciosa lasanha, quente que parecia ter saído do forno naquele instante, não é exagero, ainda bem que tenho testemunhas. kkk! Nestes dois dias de passeio, graças ao nosso bom Deus, não tivemos nada de indesejado ou de infeliz, estou pronto pra outra, a todos muito obrigado, que o nosso laço da amizade só cresça, um grande abraço aos meus amigos em pé e sentados! kkk! Fiquem com Deus. É, EU SÓ SEI QUE FOI ASSIM… Bjos” (Gilson Magalhães)

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